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Mário Persona é palestrante, professor e consultor de estratégias de comunicação e marketing, e autor de vários livros de negócios.
 
É convidado com frequência para palestras, workshops e treinamentos de temas ligados a negócios, marketing, comunicação, vendas e desenvolvimento pessoal e profissional. Seus artigos, idéias e temas de suas palestras podem ser encontrados fora do site do Instituto Progredir. Acesse www.mariopersona.com.br
 
 
Artigos
Ao mestre, um carrinho
O menino tinha os olhos fixos nas mãos do avô. Seu pescoço esticado tentava compensar os menos de quatro anos de estatura. Aquela oficina improvisada no quintal era seu reino encantado e o passatempo do aposentado.
 
Carreiras mutantes
O que você diria de um jovem que deseja fazer uma faculdade na área de tecnologia da informação, uma especialização em marketing, e tentar a sorte na China?
 
Seria o banner um outdoor virtual?
Li a opinião de alguém de que um banner funcionaria como um outdoor, nem tanto para levar pessoas a clicar neles, mas como forma de expor uma marca. Será?
 
A carreira mais importante do mundo
De vez em quando algum jovem me pergunta sobre qual carreira seguir. É uma preocupação importante, mas como avaliar uma carreira?Se pudesse voltar no tempo, eu escolheria a carreira mais importante do mundo. Para começar, a escolha não seria baseada em salário. Antes de discordar, pegue uma lista de milionários e verá que a maioria continua trabalhando, apesar de suas fortunas.
 
Qual é o nome que te nomeia?
Seu nome – pessoal, da empresa ou produto – é um auxílio ou empecilho para a fixação de sua marca? Alguém escreveu indagando da pergunta que aparece na última linha de minha bio aí na coluna da direita. Quando aquilo aconteceu, o rapaz que escreveu pensou que "Persona" fosse um tipo de nome artístico, mas não é. É original. Mas nem sempre é assim.
 
Devolta para o futuro
Dependendo do modo como você procura por uma palavra no Google, o sistema pode abrir um menu "drop down" com sugestões de busca. Quando digitei "France Telecom" o resultado foi macabro.
 
O seio da questão
Uma jovem leitora escreveu dizendo que admira meu trabalho. Emocionei-me, pois não é todo dia que 30% de meus leitores escrevem para expressar tal admiração. No email ela dizia: "Quero ser como você, só que com seios". O que respondi?
 
Bom humor, mal colesterol
Ela sorriu para mim, por isso decidi levá-la para jantar. Não é sempre que a gente encontra um sorriso assim, muito menos em um supermercado. Tive sorte. Se ela não tivesse sorrido, aquele jantar não teria acontecido.
 
Quem quer ser um bilionário?
Bill Gates deu um conselho: doe seu dinheiro. Achei o conselho ótimo, apesar de não me enquadrar nem entre os que devem doar, nem entre os que devem receber.
 
Susan Boyle e o elo perdido
Das duas, uma: ou aquela figura neandertalesca, de cabelos desgrenhados e olhos miúdos entre sobrancelhas cerradas e maçãs salientes, é uma pegadinha, ou o programa "Britain's Got Talent" acaba de encontrar o elo perdido.
 
Dever comprido
Não, eu não errei o título. É "comprido" mesmo, de longo dia de trabalho e da sensação de ter cumprido com seu dever comprido. É dessa armadilha de quem trabalha por conta própria que quero falar. Mas antes um pouco de minha história para você compreender.
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