Para os antigos "internautas" (você se lembra da época em que existiam internautas?) que ficavam "surfando" (você se lembra da época em que as pessoas surfavam na Internet?), olhar para banners era como olhar para outdoors. À medida que as pessoas passam a usar a Internet com objetivo - vão em busca de algo definido, não estão passeando - o banner é um intruso que acaba sendo bloqueado pela mente, pois meu interesse está no tutano.
E o tutano são os textos, o conteúdo, a informação que irá gerar conhecimento. Ou as pessoas, com as quais posso interagir online. Ou a busca por preços e características de produtos – que acabam sendo comprados ou não on-line – apenas para mencionar a ponta do iceberg da Internet. O movimento mesmo vai aumentando no uso da rede como rede mesmo, como ambiente de processamento de dados ou troca de informações entre máquinas.
Sugestão de Pauta: Será que é relevante o funcionamento de banners, pop-ups e tantas formas de propaganda on-line nos resultados das empresas, ou o ganho está mais na função rede da Internet?