Uma política eficiente de caixa (entradas e saídas monetárias) exige um pleno conhecimento econômico da organização, e isso por todos responsáveis por ela, pois os valores que contabilizam os resultados são repatriados dos ganhos e gastos (vendas, tributos, custos e despesas) para as contas dos itens a serem recebidos ou pagos, aonde o fluxo dos direitos e obrigações só pode ser alterado com a capacidade negóciativa dos talentos e um modelo de gestão favorável a formação de organizações objetivas, sintonizadas e saudáveis.
Um movimento financeiro ordenado significa dizer que cada número tem um endereço certo (de ação e reação) entre sua origem e participação equilibrada no movimento da empresa. Ficamos sempre pela qualidade gerencial para que haja entendimento comum em relação à interpretação e responsabilidades quando da agilidade das mudanças.
Temos que pensar no que significa de fato ter as finanças sobre controle. Em primeiro lugar uma estrutura humana treinada no se relacionar, no nunca se individualizar, depois deter um sistema de informação, que de fato tenha transparência e seja de fácil entendimento a todos, e por fim que a somatória desses talentos possa produzir em sincronia os efeitos necessários às evoluções.
Afinal, o que definimos como “dindim saudável” é o que sobra entre o vender e o custar. Daí vem aquela historia de que cada canto de uma organização deve ter uma visão clara da sua importância e ser avaliada por tal, pois um dia a mais num prazo de compra, é tão salutar como um dia a menos na venda, ou por uma mudança no processo que agregue qualidade e dinâmica de produção ao que fazemos.
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